O que é Ontopsicologia?

Da Ontopsicologia

(Diferença entre edições)
(Referências)
Linha 25: Linha 25:
==Referências==
==Referências==
<ol class="references">
<ol class="references">
-
<li id="o-em-si-do-homem">[[#sup-o-em-si-do-homem|↑]] [[O Em Si do Homem|''O Em Si do Homem''. 5 ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed, 2004. ISBN 85-8838115-X]]</li>
+
<li id="manual">[[#sup-manual|↑]] [[Manual de Ontopsicologia|''Manual de Ontopsicologia.'' 4 ed. rev. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed, 2010. ISBN 978-85-88381-52-0]]</li>
<li id="dicionario">[[#sup-dicionario|↑]] [[Dicionário de Ontopsicologia|''Dicionário de Ontopsicologia.'' 2 ed. rev. Recanto Maestro: Ontopsicologica Editrice, 2008. ISBN 978-85-88381-41-4]]</li>
<li id="dicionario">[[#sup-dicionario|↑]] [[Dicionário de Ontopsicologia|''Dicionário de Ontopsicologia.'' 2 ed. rev. Recanto Maestro: Ontopsicologica Editrice, 2008. ISBN 978-85-88381-41-4]]</li>
<li id="krisis-husserl">[[#sup-krisis-husserl|↑]] [[A crise das ciências européias e a fenomenologia transcendental|''A crise das ciências européias e a fenomenologia transcendental.'', Edmund Husserl. 2 ed. (alemão). Haag: Martinus Nijhoff, 1976. ISBN 90-247-0221-6]]</li>
<li id="krisis-husserl">[[#sup-krisis-husserl|↑]] [[A crise das ciências européias e a fenomenologia transcendental|''A crise das ciências européias e a fenomenologia transcendental.'', Edmund Husserl. 2 ed. (alemão). Haag: Martinus Nijhoff, 1976. ISBN 90-247-0221-6]]</li>
-
<li id="manual">[[#sup-manual|↑]] [[Manual de Ontopsicologia|''Manual de Ontopsicologia.'' 4 ed. rev. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed, 2010. ISBN 978-85-88381-52-0]]</li>
+
<li id="o-em-si-do-homem">[[#sup-o-em-si-do-homem|↑]] [[O Em Si do Homem|''O Em Si do Homem''. 5 ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed, 2004. ISBN 85-8838115-X]]</li>
</ol>
</ol>
[[Categoria:Vídeos de Ontopsicologia]]
[[Categoria:Vídeos de Ontopsicologia]]

Revisão das 10h21min de 20 de Julho de 2011

Vídeo "O que é Ontopsicologia?", com Antonio Meneghetti. [+]

O que é Ontopsicologia? É uma análise científica, racional que faz a revisão crítica da consciência.

Investigando sobre os diversos porquês, incertezas - da Psicanálise e, sobretudo, à filosofia, e tantas outras coisas -, descobri que não é tanto a natureza do homem que é limitada ou errada, mas constante é o mediador do conhecimento, é o mediador da realidade que nós usamos, não a razão, mas a nossa consciência.

É claro que para chegar a esta descoberta, utilizei tudo o que existia antes de mim, em particular de Freud e também muito de Edmund Husserl.

Freud, por exemplo, chegou até um certo ponto ao indagar o inconsciente. Chegou até tânatos e libido. Eu fui adiante, e descobri que na radicalidade do nosso inconsciente existe um princípio que projeta, um princípio gênio, um princípio organísmico, mas também transcendente, que eu defini Em Si ôntico.

Este princípio dá a diretiva-mãe, a diretiva-forma de como a nossa vida deveria ser, não no sentido externo, ético. É um autoindicador, um indicador de tudo o que é a nossa programação como indivíduo, como sujeito, na realidade cotidiana, do instinto à economia, afeto, à saúde etc.

Então, a Ontopsicologia descreveu técnicas muito simples, muito diretas para corrigir esta consciência. Esta consciência, como se diz em psicanálise, é repleta de estereótipos, é repleta de opiniões, é repleta de boa educação.

Enquanto não mudamos a nossa consciência e não a uniformizamos aos idênticos critérios do real, do real existencial, do real que eu convivo cotidianamente, instante a instante, enquanto eu não asemelho, portanto, não dou a identidade entre a consciência e aporte, percepção e aferência do real, em sentido proprioceptivo, meu, exclusivo, eu sou dividido, sou esquizofrênico, estou fora, portanto, elaboro dados, faço leis, mas a realidade, as leis da natureza, físicas, bioquímicas, biológicas, vão por conta própria.

Então, a técnica da Ontopsicologia, em todos os seus aspectos, com o seu método bem elaborado e uma experiência de mais de 10 anos de clínica bem sucedida, deu a infalibilidade, em sentido racional e científico.

Porque a minha consciência, por quanto eu e também os outros possam considerá-la soberada, se não é alinhada em conformidade ao dado naturístico da intencionalidade de natureza, de como as coisas são, eu estou fora de fase, fora do jogo. Então, se agrada a alguém estar no centro do próprio real com coerente identidade de consciência, deve fazer "Ontopsicologia".

Referências

  1. Manual de Ontopsicologia. 4 ed. rev. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed, 2010. ISBN 978-85-88381-52-0
  2. Dicionário de Ontopsicologia. 2 ed. rev. Recanto Maestro: Ontopsicologica Editrice, 2008. ISBN 978-85-88381-41-4
  3. A crise das ciências européias e a fenomenologia transcendental., Edmund Husserl. 2 ed. (alemão). Haag: Martinus Nijhoff, 1976. ISBN 90-247-0221-6
  4. O Em Si do Homem. 5 ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed, 2004. ISBN 85-8838115-X
Ferramentas pessoais